No
Brasil existe três grandes cofres, o da União, o do Estado de São Paulo e o da
Cidade de São Paulo.
O
maior, o da União, já foi abocanhado pelo PT em seu projeto de perpetuação no
poder, a qualquer custo.
O
segundo e o terceiro cofres ainda não foram usurpados pelo petismo, porém o
esforço para isso é imenso. Seria um volume monumental de recursos para o
projeto de eternizar-se no poder, além de uma máquina administrativa poderosa
para as nomeações dos apaniguados e amigos que perderam eleições.
Em
2010, quando Lula “inventou” Dilma, à revelia do próprio PT e as perspectivas
sombrias eram de que ela seria eleita, em vista da extraordinária popularidade
de seu mentor, Serra apresentou-se como uma opção que poderia barrar essa
manobra hegemônica do PT.
Serra
deixou a Prefeitura de São Paulo e obteve na Capital uma vitória marcante sobre
Dilma, com mais de 50% dos votos dos paulistanos, na luta contra o êxito do
Lulopetismo em nossa cidade.
Registre-se
que essa popularidade de Lula adveio da transformação da Bolsa Estudo de FHC, em
Bolsa Família pelo Lula, e que de fato tirou da pobreza uma grande parcela do
povo brasileiro, porém transformando seus beneficiários em eternos dependentes
das benesses públicas, sem o incentivo de crescimento socioeconômico que a
Bolsa Escola proporcionara e jogou nas costas da antiga classe média o ônus do
pagamento.
Os pobres melhoraram e a classe media empobreceu com o volume avassalador de taxas e impostos da era Lula.
Os pobres melhoraram e a classe media empobreceu com o volume avassalador de taxas e impostos da era Lula.
Agora,
com Haddad no páreo, criatura de Lula, assim como foi Dilma, volta rondar nossa
terra o perigo da tomada do terceiro cofre do Brasil.
A
eventual eleição de Haddad representa muito mais uma vitória de Lula, no
projeto de tomada dos cofres do País, para servir aos seus objetivos de
perpetuação do PT no poder do que a intensão de dotar São Paulo de um bom administrador, coisa que nunca passou pela cabeça de Lula.
Agora
alguns hipócritas estão crucificando Serra por ter “abandonado” a Prefeitura em
2010, quando na época votaram maciçamente nele, com medo do rolo compressor
Lula/Dilma.
Acrescente-se
que José Serra sempre que foi chamado a ocupar cargos públicos nesta República teve um desempenho honesto e competente, seja como Ministro de Estado,
Governador de São Paulo e Prefeito.
Já Haddad, político de pouca experiência, quando Ministro da Educação, frequentou a mídia por atos de incompetência e de fraudes.
Já Haddad, político de pouca experiência, quando Ministro da Educação, frequentou a mídia por atos de incompetência e de fraudes.
O
segundo turno da eleição à Prefeitura de São Paulo se reveste de uma
importância impar, vamos decidir se o PT toma mais esta base de riquezas para
seus projetos megalomaníacos de hegemonia, ou se os paulistanos de nascimento e
de coração serão mais uma vez coerentes com os nossas tradições de escolher
bons administradores para nossa cidade, que se mantém como a maior e mais importante
do Brasil e não pode ser entregue a políticos a serviço de Lula.
Os
eleitores de Serra de 2010 devem ser coerentes ao votarem agora no segundo
turno.